Transcending Techniques, by Diana St Ruth

Maitreya Buddha C7-JapanDifferent ways of looking at things catch us at different times and that is why the Buddhist teachings are so diverse. It is not that we have to learn all the methods, study all the texts of all the schools, become engrossed in the history of Buddhism throughout the ages and learn all the languages the texts are written in, before we can get to the truth of it. Truth is not locked in a word or a description or even in a long stream of them. The truth is the same from first to last; it is about us; it is about what we are and what is beyond concepts and the thinking mind.

Descriptions are merely devices or skilful means for awakening, but they are not the reality itself; they are just hints: Let’s look at it this way; let’s look at it that way. . . They are all aids to help us open our own eyes. That is really as far as words and anybody’s teachings can ever take us.
Trevor Leggett used to say that trying to point to the truth is a bit like telling a joke:

Sometimes one sees a joke: it’s enough. But if someone doesn’t see it, or if it’s an inappropriate joke, or if that person has no sense of humour, then it is no use labouring it ― ‘You’ve got to see it!’ ― or arguing about it. Just pass on to another one.

So too with all the descriptions, methods and techniques one hears about in Buddhism. If one doesn’t get it, there is no point in labouring it; it is better to try something else. Somewhere along the line maybe one will catch us ― like a good joke.

There is no point in plodding through mountains of texts and trying out every possible meditation technique. Once we find something that works for us we can use it; we can get to the very bottom of it, get on the path, on the right track and then keep going; no need to go back to the beginning again to learn another technique.

Whatever else, awareness is the key to the whole of the Buddha’s teaching; it is the basis of all techniques yet is not itself a technique. There is nothing simpler or more obvious than awareness, but until we properly see what it is and realise its relevance, we might need various techniques to help us get there, like honing our concentration by counting breaths while sitting in meditation, or naming each action we take (silently to ourselves) throughout the day ― ‘walking’, ‘sitting’, ‘lying down’, ‘sneezing’, ‘eating’, ‘dressing’, on and on ― until one day we suddenly ‘fall in’, we suddenly realise what awareness is, what being at one with the moment is, its reality and its power. Then the techniques are transcended.

Extract from Understanding Karma and Rebirth A Buddhist Perspective Buddhist Publishing Group.

Diana St Ruth




Categories: Buddhism, Buddhist meditation, Diana St Ruth

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4 replies

  1. Thanks for this. It is very apt as I am somewhat confused about the use of the terms “awareness”, “mindfulness” and “consciousness” by various teachers and even the same teacher. Awareness is seemingly a simple experience available to us all but I still wonder if I am ever purely aware – sometimes I say to myself “is this pure awareness?” but then of course I am thinking again. As you say, something as seemingly simple as awareness is beyond words and thought – hence the confusion arising when teachers use such terms. I am comforted by what you also say that when I am truly aware it will “hit me”. Just need to keep practising.

  2. Transcendendo as Técnicas (versão em português)

    Somos supreendidos por formas diferentes de ver as coisas em épocas diferentes e é por isso que os ensinamentos budistas são tão diversificados. Não significa que precisamos aprender todos os métodos, estudar todos os textos de todas as escolas, familiarizarmo-nos com a história do budistmo através dos tempos e aprender todas as línguas nas quais os textos foram escritos, antes de atingirmos a verdade. A verdade não está encerrada dentro de uma palavra ou de uma definição ou mesmo em um longa série de palavras. A verdade é a mesma do princípio ao fim; diz respeito a cada um de nós; diz respeito ao que nós somos e ao que está além dos conceitos e da mente pensante.

    Definições são apenas aparelhos ou dispositivos ou meios habilidosos para se atingir o despertar, mas não são a realidade em si; são apenas pistas: vamos ver isso dessa forma, vamos olhar para aquilo daquele jeito… Eles são mecanismos que nos ajudam a abrir nossos próprios olhos. É apenas até aí que as palavars e os ensinamentos de qualquer pessoa podem nos lever. Trevor Legget costumava dizer que tentar apontar para a verdade é mais ou menos como contrar uma piada:

    “Algumas vezes, uma pessoa entende a piada: é o suficiente. Mas se alguém não a entende, ou se é uma piada inapropriada, ou se a pessoa não tem senso de humor, então não adianta insistir – ‘você tem que entender!’ – ou discutir a respeito. Conte a piada para outra pessoa.”

    O mesmo acontece com todas as definições, métodos e técnicas que ouvimos no Budismo. Se uma pessoa não entende, não tem sentido em insistir; melhor tentar outra coisa. Em algum momento ao longo do tempo talvez consigamos entender – como uma boa piada.

    Não tem sentido em mergulhar nas montanhas de textos e tentar cada técnica de meditação que existe. Uma vez que encontremos algo que funciona para nós, devemos usar esse algo; devemos ir até o fundo, chegar até o caminho, na trilha e correta e aí permanecer; não há necessidade de voltar ao início para aprender uma nova técnica.

    Além do mais, consciência é a chave para o entendimento de todo o ensinamento de Buda; é a base de todas as ténicas e, ainda assim, não é uma ténica em si. Não há nada mais simples ou mais óbvio do que consciência, mas até que vejamos de fato o que realmente é e percebermos sua importância, talvez precisemos de várias técnicas para nos ajudar a chegar lá, como aprimorando nossa concentração através da contagem da respiração, ou dando nome a cada ação que praticamos (em silêncio, para nós mesmos), através do dia – ‘caminhando’, ‘sentando’, ‘deitando’, espirrando’, ‘comendo’, ‘vestindo-se’ e por aí vai – até que um dia, de repente, nós ‘caímos’, damo-nos conta do que é a consciência, o que é ser uno com o momento presente, sua realidade e seu poder. Nesse momento, as técnicas foram transcendidas.

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